O Maranhão une o porto do Itaqui, por onde sai a soja do Matopiba e o minério de Carajás, a Imperatriz e à BR-010 Belém–Brasília, a Balsas e ao sul agrícola pela BR-230 e a Teresina pela BR-316 e pela BR-222; São Luís, na ilha, concentra a população e o refino. As infrações são aplicadas pelo DETRAN-MA no registro, pela SMTT de São Luís e pelos órgãos municipais nas cidades, pela polícia militar nas vias estaduais e pela Polícia Rodoviária Federal nas federais.
Contexto e órgãos
O marco é o Código de Trânsito Brasileiro, que classifica as infrações em leves, médias, graves e gravíssimas com multas de valor fixo e pontos na CNH; o DETRAN do estado, os órgãos municipais de trânsito e a Polícia Rodoviária Federal nas rodovias federais as aplicam, e a SENATRAN integra os registros nacionais. Uma multa não paga bloqueia o licenciamento anual e a transferência do veículo.
O DETRAN-MA mantém o registro da placa e do RENAVAM, onde cada infração é anotada, e tramita a defesa prévia e os recursos à JARI; a SMTT fiscaliza São Luís com radares e agentes, e Imperatriz e Caxias têm seus próprios órgãos municipais. A polícia militar rodoviária fiscaliza as vias estaduais e a Polícia Rodoviária Federal a BR-135, a BR-222 e a BR-010; nenhuma multa vencida pode ficar pendente ao licenciar o veículo.
O que a API retorna para esta jurisdição
No Maranhão uma placa, com o RENAVAM quando a fonte exige, é enviada à API de multas no Brasil, que percorre suas fontes integradas e retorna cada infração com o órgão que a registrou:
- O órgão que registrou a infração e seu número, sem normalizar.
- A data e o motivo, com o local se a fonte informar.
- O valor e a situação vigentes na fonte.
- Quais fontes responderam e quais não, em cada consulta.
Como verificar uma placa no Maranhão
Uma placa é verificada à mão no portal do DETRAN-MA e, para as infrações de outros órgãos, nos canais nacionais da SENATRAN. A API faz o mesmo percurso em escala e retorna cada infração com o órgão que a registrou, de modo que a verificação faça parte do processo da frota e não de uma planilha.
O que observar se você opera uma frota no Maranhão
Uma frota de grãos que desce de Balsas ao porto do Itaqui pela BR-230 e pela BR-135 acumula infrações de peso e de radar da PRF e dos órgãos municipais sobre unidades que trocam de motorista a cada viagem; uma consulta por placa no fechamento de cada mês, guardada por órgão, deixa indicar o condutor antes que vença o prazo da autuação.
Para uma transportadora de Imperatriz que sobe e desce a Belém–Brasília, a consulta por placa antes do licenciamento descobre as infrações de três estados que bloqueariam o trâmite.
Como integrar
A integração começa com um POST por veículo, com a jurisdição como filtro opcional. Como as fontes respondem no seu ritmo, a API aceita o trabalho e entrega o resultado por estado ou por webhook; convém guardar a chave de idempotência antes de enviar, como descreve o guia de APIs assíncronas. A página da API detalha limites e campos.
{
"plate": "ABC1D23",
"jurisdictions": [
"BR-MA"
]
}Limites e considerações
- As infrações em rodovias federais são registradas pela Polícia Rodoviária Federal e consultadas nos canais nacionais, não no DETRAN do estado.
- Os valores são os do código de trânsito vigentes no momento do pagamento, com o desconto ou o acréscimo que corresponder; o valor final é fixado pelo órgão.
- Uma fonte sem resposta é informada como tal, nunca como ausência de infrações.
- A API não paga multas nem apresenta defesas; entrega informação para decidir.

